domingo, 22 de novembro de 2009

What is love?

What is love, where and how to find it?
De uma forma ou de outra todos o querem, todos o procuram, todos mais ou menos conscientemente precisam dele para se sustentarem. Amor de mãe, amor do pai, amor ao próximo, pelo próximo e o mais próximo de nós. Amor platónico, amor ódio, amor prefeito, amor carnal, amor sexual, amor à vida, amor às plantas e às cores, amor aqui e ali, amor ao virar da esquina, amor de uma noite, amor de consolo, amor ao cão ou ao gato.
Amar de qualquer maneira, sim, já ali, neste momento, depois do trabalho, depois de abrir a porta, depois de acordar, depois de almoçar, depois da companhia.
Não interessa como nem porquê, não interessa discutir se é ou não a amor, é amor pelo próximo, é amar com o próximo, é amar aqui e ali as coisas simples da vida e não esperar que o amor nos venha ter aos pés....

Pipeline

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Happy Cinema Paraíso!!


Será mesmo que vamos ficar sem o nosso espaço de eleição?!..
Sem o nosso Paraíso?

O nosso recanto rockeiro onde se reunem tribos tão diferentes, culturas tão distintas, conhecimentos tão diversos, música tão eclética, momentos tão alternativos.. Um espaço nocturno onde encontramos os nossos amigos, onde somos autênticos e divertidos, onde nos acolhem como se estivéssemos em casa!
Tantas memórias ao longo destes 5 anos, noites loucas, experiências, grandes dj´s, individualidades, concertos, jantaradas, festarolas de aniversário!
E tudo e tudo!!
Sendo assim vamos aproveitar!!
Let´s Rock!!
Um big thanks às nossas babes, Tânia, Isabel e Raquel!!
Obrigada meninas!!
As HLS´s agradecem!! E Leiria!! E o Mundo!! hehe!! ;)
Até logo!!

Kiss, kiss! Bang, Bang!
Pat (Furacão)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Quem é o Matumbino?

Uma mistura de branco matumbino entrestecido com um Ben Stiller em Zoolander.
A melhor fantasia da festa!
Pipeline

domingo, 8 de novembro de 2009

Ping Pong Pong

Another summer´s passing by; All I need is somewhere I feel the grass beneath my feet; A walk on sand, a fire I can warm my hands; My joy will be complete!

Talvez esta seja a simples felicidade que todos desejam. Não sabem onde procurá-la, como encontrá-la e o momento. A felicidade não é amanhã, nem para a semana, não é depois dos mil e um projectos concretizados ou bens comprados. A felicidade é hoje, aqui, agora. A felicidade pode ser o que está no refrão, momentos felizes e tão simples como beber uma cerveja numa esplanada com um amigo. Tão simples como dar um passeio ou pintar uma parede de verde.

É tão simples que complicamos. A nós e aos que estão em nosso redor.

Ping Pong Pong ou Ping Pong Ping. Toma lá mais uma ficha, e vamos mais numa voltinha, é sempre a rodar, gira a roleta, efeito borboleta.

Em que ficha vou apostar. Voarei inspirada nas mil e umas noites, até ao encontro do cálice. Beberei ansiosamente da sua água. Tornar-se-á imortal ou tratarei de desmontar todos os andaimes, descendo com caixas e gavetas para o devido patamar. Que se abra uma fresta, que me apazigue e me deixe a sorrir. A seguir jogo de novo na roleta!

Toca a brincar!

Pipeline

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O trabalho faz-nos velhos

Estado neutro. Ora cá estou eu. Back! Não especialmente inspirada, particularmente bem disposta sem razões concretas a apontar. Não é preciso. Quem dera que estivesse sempre bem disposta sem motivo, antes assim que arreliada sem motivo, angustiada ou irritada.
Nós, as mulheres, em particular temos esse dom. Ficamos irritadinhas de um momento para o outro sem razão aparente. Dão-nos achaques, ataques, crises e ansiedades. Não vale a pena entender. Não há razão aparente, tal como a boa disposição.

É sexta, e ainda me mantenho particularmente bem disposta sem razões concretas a apontar. É sexta e não me apetece sair, embora esteja bem disposta. É sexta e não fui à Tertúlia encontrar-me com os meus compinchas idosos, comer o meu belo bife da praxe, alto e muito mal passado, se faz favor, com umas boas survias a acompanhar. É Sexta e apenas bebi uma imperial de fim de tarde. É sexta e estou em casa a fazer o jantar.
Enfim, é sexta, estou particularmente bem disposta sem razões a apontar.

É sexta e estou em casa...a descansar.

Pipeline

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Voltamos ao sec: XIX


Meu amigos convido-vos a fazerem um reflexão sobre a nossa crise sócio-económica. É triste mas estava eu no outro dia a ler um livro sobre Mark e qual não é o meu espanto quando leio isto:

" OWEN defendia que os seres humanos são meros produtos das suas circunstâncias e portanto uma mudança de circunstâncias é tudo o que basta para mudar o comportamento humano.... OWEN, um caso talvez único entre os socialistas do século XIX, teve ocasião de pôr em prática algumas das suas ideias.
Era gerente da fiação de algodão de New Lanark e teve portanto a oportunidade perfeita para mudar as circunstâncias dos seus trabalhadores..."
" Os seus trabalhadores gozavam de condições de trabalho muitíssimo superiores às de outros sítios e a produtividade também aumentou muito. Os seus métodos passavam por coisas como uma habitação decente, os primeiros infantários e um horário de trabalho reduzido ( Apenas dez horas e meia dia)."
Mas dentro da fabrica existia o " Vigilante silencioso", que o responsável pelo aumento da produtividade através da pressão exercida, e era apenas uma peça em madeira com quatro cores e cada uma destas cores simbolizava o comportamento profissional de cada um dos trabalhadores no dia antes, com o apoio dos supervisores todo o trabalho era controlado"
Meu senhores isto aconteceu no sec. XIX, hoje assistimos a dois cenários semelhantes, por um lado grandes empresas que tem chefes de equipa que fazem esta supervisões, atavés de avaliações constantes e sistemáticas, que acompanham a os colaboradores para todo o lado e que os avaliam tendo em conta o sistema da perfeição. Quem não atinge os objectivos ou refila é colocado ou de parte ou na rua, mas ainda assim são empresas que dão condições acima da média, por outro grandes grupos que muitas vezes têm o estado como padrinho e que pagam ordenados miseráveis fazendo os colaboradores trabalhar horas a fio, sem que sejam por exemplo pagas as horas extra efectuada . Quase que diria que tudo se volta a repetir, os instrumentos é que são mais refinados.
Justiça social? Quando?
Talvez quando o nosso governo criar quem inspeccione esta grandes empresas e faça com que elas sejam punidas por estes crimes silenciosos.
Talvez nesse dia as pessoas estejam mais motivadas, talvez nesse dia se trabalhe com menos pressão e com mais qualidade, talvez nesse dia sejamos mais felizes, e quem sabe se a produtividade não aumenta...
Quem sabe se esta crise não abranda um pouco!!!

Monique La Bomba
ou Mónica António